Only in dreams

março 23, 2007 às 4:49 pm | Publicado em Seriados | 4 Comentários

Na minha visão de mundo perfeito (onde os juros do cartão de crédito são de 0,0%, o Weezer lança um cd por semestre, eu faço parte das Pipettes e todo mundo tem um gatinho de estimação), o final de Gilmore Girls seria assim:

– A gravidez da Lane é psicológica. Aquela barrigona horrível desaparece, a banda dela é a nova promessa de salvação do rock e o Seth Cohen volta a ser o guitarrista.

– A Sookie vira vegetariana, e é eleita a chef natureba do ano.

– A Emily e o Richard continuam sendo Emily e Richard.

– A Rory dá um chutão no Logan. E corre atrás do Jess. Eles se casam, e ela se torna a senhora Rory Gilmore Petrelli.

– A April, filha do Luke, desenvolve uma super fórmula para ficar invisível. E some de vez.

– O Luke, pai da April, resolve viver pra sempre sozinho. Ele vai ser feliz assim, na lanchonete, cuidando dos sobrinhos, servindo café pra Lorelai. Numa outra vida (ou série), ele e a Lorelai vão ser almas gêmeas, mas em GG não.

– A Lorelai percebe que o Chris é o cara. E que os dois ficam lindos andando de sobretudo pelas ruas de Stars Hollow.

– O Paul Anka se apaixona por uma bela cadelinha. E lindos filhotinhos nascem desse amor. Afinal, todo final tem que ter casamento e bebês!

E assim, todos vivem felizes pra sempre!

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We can be Heroes, just for one day

março 14, 2007 às 8:28 pm | Publicado em Seriados | 3 Comentários

Acabou Who Wants to Be a Superhero
Eu gostava da Fat Momma, mas o Feedback era o meu preferido. Ele tinha toda pose de super herói, parecia ser o que mais levava a sério aquilo. E pô, o cara chorando, falando da morte do pai, da influência do Homem Aranha na vida dele… vai dizer que não foi emocionante?

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E que tiozinho fofo é o Stan Lee!

Mas tudo bem, tudo bom

março 9, 2007 às 7:30 pm | Publicado em Pessoal | 2 Comentários

Em Heroes, teve uma cena assim: o Claude (aka o homem invisivel) tava lá numa discussão pra ensinar o Peter Petrelli a dominar seu poderes e coisa e tal. Dai, sem mais nem menos, ele joga o Peter lá do topo de um prédio… o Peter cai que nem bigorna da Acme, chega lá em baixo e se arrebenta todo. Ele morre? Nããão… Ele aprende que, em casos extremos, consegue sim dominar seus poderes – nesse caso, se regenerou e ficou inteirinho.

Trazendo pra vida real: as vezes alguém precisa te empurrar lá do último andar, pra testar o limite da sua capacidade.

Espero que, se eu me arrebentar lá embaixo, que consiga me regenerar rapidinho. Ou ainda melhor, que eu aprenda a voar e que a altura de um prédio não me assuste mais.

E pensa bem, que graça teria se o Peter tivesse se ajoelhado e implorado pra não ser jogado?

Um momento “always look at the bright side of life”! 😛

There goes my hero

março 2, 2007 às 9:15 pm | Publicado em Seriados | 3 Comentários

Post cheio de spoilers, aviso pra quem gosta de Heroes, mas ainda não assistiu o episódio 17 (Company Man).

Como um episódio sem o Peter Petrelli e sem o Hiro poderia ser bom?
Mas foi. E bom é pouco. Foi perfeito, talvez o melhor episódio de todos (ainda não me decidi se gostei mais desse ou do Homecoming).
Olha só: A gente fica sabendo como a Claire foi adotada! E fala um pouco mais do tal homem invisivel! E o Haitiano! E que o Mr. Bennet não é tão do mal assim. E, peloamordedeus, o pai do Hiro tem muito a ver com tudo isso!! (aliás, falha minha, o Hiro aparece no episódio sim, mas num flashback, criancinha e jogando Gameboy. Fofo!). E quem é aquele cara, aparentemente chefe do pai da Claire? (hum, aliás, qual o nome de verdade do HRG?)

Ainda teve o Ted-radioativo dando chilique e botando fogo na casa, a Claire-Bear tomando tiro, depois toda queimada, depois se regenerando e voltando toda linda e loira, com os cachinhos arrumadinhos. Ah, e o Mr. Muggles, pra minha total felicidade, não sofreu um arranhão com toda essa bagunça. 🙂

Se tivemos um episódio desses, aparentemente num dia ‘normal’, como é que vai ser o final da temporada?!
😮

*PS: Segundo minhas pesquisas, a frase em japonês que o Mr Bennet pensa (e o Parkman ouve) é: ‘I must save my family. Protect them at any cost’. (nada muito revelador ou importante…)

Acho que terei filhos assim…

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